REGISTROS MÉDICOS ELECTRÓNICOS Y CUALIFICACIÓN DE LOS PROCESOS SANITARIOS:
UN ESTUDIO SOBRE LA ACEPTACIÓN TECNOLÓGICA Y LA GESTIÓN DE LA INFORMACIÓN EN UNA CLÍNICA DOCENTE
DOI:
https://doi.org/10.21728/asklepion.2026v5n2e-140Palabras clave:
registros dentales, transformación digital, sistemas de información sanitaria, gestión de la información, innovación en la atención sanitariaResumen
La transformación digital en la atención sanitaria ha impulsado cambios significativos en la organización de los servicios, especialmente mediante la incorporación de sistemas de información y registros electrónicos de pacientes. Estas tecnologías contribuyen a la organización, integración y disponibilidad de la información clínica, favoreciendo la comunicación entre profesionales, la toma de decisiones y la mejora de los procesos de atención y gestión. Este estudio tuvo como objetivo comprender la percepción de los usuarios de una clínica odontológica docente respecto a la adopción de registros electrónicos de salud y su contribución a la mejora de los procesos de información en la atención sanitaria. Se trata de un estudio descriptivo y exploratorio con un enfoque cuantitativo, realizado con miembros de la comunidad académica e institucional de una clínica de enseñanza odontológica de la Universidad Federal de Rio Grande do Norte. La recopilación de datos se llevó a cabo mediante un cuestionario estructurado que abordaba aspectos relacionados con la experiencia de los usuarios con las tecnologías digitales, el contacto con los registros electrónicos de salud y la percepción de sus beneficios para la gestión de la información, la comunicación y las actividades institucionales. Los resultados mostraron una percepción favorable entre los participantes respecto al potencial de los registros electrónicos de salud como herramienta para apoyar la organización de datos, la integración de los procesos de trabajo y la mejora de la comunicación entre sectores. En conclusión, la adopción de registros electrónicos de salud representa un cambio organizativo que depende no solo de la infraestructura tecnológica, sino también de la capacitación de los usuarios, la adaptación de los flujos de trabajo y la aceptación por parte de los profesionales para su uso eficaz.
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