https://revistaasklepion.emnuvens.com.br/asklepion/issue/feedAsklepion: Informação em Saúde2026-07-01T09:57:31-03:00Clovis R. Montenegro de Lima clovismlima@gmail.comOpen Journal Systems<p><span style="font-weight: 400;">A revista <strong>Asklepion: Informação em Saúde</strong> é uma publicação contínua, vinculada ao grupo de pesquisa Informação em Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia – IBICT. Este periódico tem como missão oferecer um espaço de debate e discussão da área da Informação em Saúde</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">DOI: <a href="https://doi.org/10.21728/asklepion">https://doi.org/10.21728/asklepion</a></span></p>https://revistaasklepion.emnuvens.com.br/asklepion/article/view/141Protuguês (Brasil) A Telemedicina e seu impacto no trabalho e na saúde dos médicos2026-06-26T16:11:34-03:00Carolina Fonseca ScarteziniCarol.scartezomo@hotmail.comKatia Barbosa Macêdokatiabarbosamacedo@gmail.comSuelma Rodrigues Duartesuelmaster@gmail.com<p>Artigo conduzido para analisar à luz da Psicodinâmica do Trabalho a organização do trabalho, as relações laborais e a mobilização subjetiva de médicos em contextos da telemedicina e de plataformas digitais, considerando os impactos sobre a saúde mental. Como estudo qualitativo, descritivo e exploratório, realizaram-se entrevistas semiestruturadas. Resultados demonstraram vínculos precários, terceirização, intensificação laboral, insegurança profissional, ausência de reconhecimento institucional e fragilização das relações de trabalho. Embora tenham reconhecido benefícios associados à flexibilidade, à organização do tempo e à praticidade tecnológica, também descreveram sofrimento relacionado ao isolamento, à insegurança clínica e à perda da dimensão relacional do cuidado. Estratégias de enfrentamento como psicoterapia, atividade física, apoio social e reorganização da rotina foram utilizadas para preservação da saúde mental. Observou-se que a telemedicina apresentou efeitos ambivalentes sobre o trabalho. Quando inserida em contextos de precarização, mostrou-se associada a aspectos de atenção quanto à saúde mental.</p>2026-07-29T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Carolina Fonseca Scartezini, Katia Barbosa Macêdo, Suelma Rodrigues Duartehttps://revistaasklepion.emnuvens.com.br/asklepion/article/view/134Principais Funcionalidades de Aplicativos para Apoio no Tratamento do Diabetes Mellitus Tipo 12026-05-04T22:10:38-03:00Julyanne Maria dos Santos Correiajulyanne.correia@ufrpe.brGenivaldo Braynner Teixeira do Carmogenivaldo.braynner@ufrpe.brRonaldo Rodrigues da Silva Filhoronaldo.rodriguesf@ufrpe.brPablo Azevedo Sampaiopablo.sampaio@ufrpe.brRobson Wagner Albuquerque de Medeirosrobson.medeiros@ufrpe.br<p><span style="font-weight: 400;">A crescente adoção de tecnologias digitais na área da saúde, especialmente aplicativos móveis, tem transformado o monitoramento clínico e a tomada de decisão no manejo do Diabetes </span><em><span style="font-weight: 400;">Mellitus </span></em><span style="font-weight: 400;">Tipo 1 (DM1), condição que exige administração contínua de insulina e autocuidado intensivo. Este estudo tem como objetivo analisar as funcionalidades de aplicativos móveis voltados ao autocontrole do DM1, comparando aquelas recomendadas na literatura científica com as efetivamente implementadas em soluções disponíveis no mercado, a fim de identificar lacunas e oportunidades de melhoria. Trata-se de uma revisão da literatura com abordagem descritiva, complementada pela análise prática de aplicativos selecionados em lojas virtuais. Foram identificados 21 estudos e 21 aplicativos, a partir dos quais foram mapeadas 22 funcionalidades distintas relacionadas ao autogerenciamento da condição. Os resultados evidenciam uma convergência parcial entre as recomendações teóricas e as implementações práticas, com destaque para funcionalidades como registro glicêmico, monitoramento de insulina e contagem de carboidratos. Entretanto, observam-se lacunas relevantes quanto à usabilidade, integração com profissionais de saúde e validação clínica das ferramentas. Conclui-se que os aplicativos móveis constituem um importante recurso de apoio ao manejo do DM1, mas seu potencial depende do desenvolvimento colaborativo entre profissionais de saúde, desenvolvedores e usuários, visando maior efetividade, segurança e aderência às necessidades dos pacientes.</span></p>2026-07-29T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Julyanne Maria dos Santos Correia, Genivaldo Braynner Teixeira do Carmo, Ronaldo Rodrigues da Silva Filho, Pablo Azevedo Sampaio, Robson Wagner Albuquerque de Medeiroshttps://revistaasklepion.emnuvens.com.br/asklepion/article/view/137As necessidades informacionais sobre a menopausa2026-06-15T18:27:17-03:00Juliana Buzinaro Andrikonisjuliana.andrikonis@gmail.comAriadne Chloe Mary Furnivalchloe@ufscar.br<p>A menopausa é um processo natural esperado para mulheres cisgênero, mas a escassez de informações claras e a persistência de tabus culturais sobre esta fase da vida da maioria das mulheres dificultam o acesso a recursos que poderiam auxiliar nesse período. A pesquisa adota uma abordagem descritiva, exploratória e quantitativa via um survey, com coleta de dados por meio de um questionário online. Foram obtidos 208 questionários completados válidos. Houve respostas de 18 estados brasileiros. Os achados sugerem que, mais do que diferenças regionais, a busca por informação são influenciadas pelas necessidades informacionais decorrentes das fases do climatério, bem como pela capacidade e autonomia das mulheres na busca por informação. Conclui-se que a área da saúde poderia se beneficiar da integração de serviços de informação sob a ótica da Ciência da Informação, especialmente para grupos invisibilizados, nos quais o acesso a informações baseadas em evidências pode ser limitado.</p>2026-07-03T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Ariadne Chloe Mary Furnival, Juliana Buzinaro Andrikonis