https://revistaasklepion.emnuvens.com.br/asklepion/issue/feedAsklepion: Informação em Saúde2026-08-27T20:59:18-03:00Clovis R. Montenegro de Lima clovismlima@gmail.comOpen Journal Systems<p><span style="font-weight: 400;">A revista <strong>Asklepion: Informação em Saúde</strong> é uma publicação contínua, vinculada ao grupo de pesquisa Informação em Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia – IBICT. Este periódico tem como missão oferecer um espaço de debate e discussão da área da Informação em Saúde</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">DOI: <a href="https://doi.org/10.21728/asklepion">https://doi.org/10.21728/asklepion</a></span></p>https://revistaasklepion.emnuvens.com.br/asklepion/article/view/145Literacia em saúde baseada no vínculo na era da inteligência artificial2026-07-21T10:42:02-03:00Maria Cristiane Barbosa Galvãomgalvao@usp.br<p>compreender, avaliar e utilizar informações para tomar decisões em saúde. Essa abordagem, embora relevante, mostra-se insuficiente para explicar dimensões subjetivas, sociais e relacionais envolvidas na produção de sentido e na tomada de decisão em saúde. Com base em um estudo teórico-conceitual, de abordagem qualitativa, fundamentado na sistematização de experiências desenvolvidas no Centro Brasileiro de Referência em Informação em Saúde (CBRIS) entre 2016 e 2026, propõe-se a <em>Literacia em Saúde Baseada no Vínculo</em> (<em>LSBV</em>), que se refere a um processo relacional caracterizado pela construção compartilhada de sentido, confiança e cuidado em interações simbólicas nas quais a linguagem atua não apenas como meio de transmissão de informações, mas como elemento constitutivo da escuta, do acolhimento e da transformação da experiência em saúde. Diferentemente das abordagens funcionalistas, centradas na capacidade individual de buscar, compreender, avaliar e aplicar informações, a <em>Literacia em Saúde Baseada no Vínculo</em> reconhece que as decisões em saúde são construídas nas relações entre pessoas, incluindo pacientes, cuidadores e profissionais. Esse processo requer escuta, sensibilidade ao contexto, reconhecimento da singularidade e mediação atenta às dimensões cognitivas, sociais e afetivas da experiência humana. Nesse modelo, a literacia em saúde não constitui uma competência isolada do indivíduo, mas uma experiência relacional sustentada pela confiança mútua, pela reciprocidade e pela responsabilidade ética. Reconhece-se, assim, que, na era da inteligência artificial, preservar o vínculo humano constitui condição central para uma literacia em saúde ética, situada e socialmente responsável.</p>2026-08-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Maria Cristiane Barbosa Galvãohttps://revistaasklepion.emnuvens.com.br/asklepion/article/view/152Avaliação dos aplicativos móveis disponíveis para auxiliar na prescrição e uso de medicamentos2026-08-27T20:59:18-03:00Carla Vitoria Mota Cavalcante Limacarla.cavalcante@discente.ufmaMarcio Antonio Rodrigues Araujoaraujo.marcio@ufma.br<p>Os aplicativos voltados para a saúde têm potencial para auxiliar profissionais, estudantes e pacientes no acesso a informações sobre medicamentos, promovendo suporte educacional. Este estudo tem por objetivo avaliar aplicativos móveis gratuitos disponíveis nas plataformas Android e iOS, na área de Farmacologia e Terapêutica medicamentosa. Trata-se de um estudo por meio de pesquisa quantitativa e qualitativa de caráter descritivo. Foram selecionados 19 aplicativos que atenderam aos critérios de inclusão. As informações reunidas incluíram: ano de lançamento; data da última atualização; tipo de acesso (gratuito ou pago); idioma; funcionalidades interativas; avaliação dos usuários; presença de referências bibliográficas entre outros. Os resultados revelaram que apenas 26,1% apresentavam referências bibliográficas, enquanto menos da metade oferecia funcionalidades interativas como calculadoras de dose ou alarmes de horário da medicação. Apenas cinco aplicativos oferecem informações em português. Observou-se predominância de conteúdo voltado principalmente às áreas da Farmacologia clínica, Farmacodinâmica e Farmacocinética. Aplicativos como Medscape e Drugs.com se destacaram pela robustez do conteúdo e atualização. O ProDoctor e Fácil Bula, mostraram maior acessibilidade, mas com menor densidade técnica. Conclui-se que, apesar do potencial dos aplicativos móveis como apoio à prática clínica e ao ensino, ainda persistem limitações significativas em relação à confiabilidade e à aplicabilidade dos conteúdos. Nesse sentido, torna-se essencial o desenvolvimento de ferramentas mais completas, atualizadas, visando garantir o uso seguro dessas tecnologias no contexto brasileiro.</p>2026-09-28T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Carla Vitoria Mota Cavalcante Lima, Marcio Antonio Rodrigues Araujohttps://revistaasklepion.emnuvens.com.br/asklepion/article/view/140Prontuário eletrônico e qualificação dos processos em saúde2026-07-13T14:08:06-03:00Talita Araújo de Andradetalita.ufrn07@gmail.comAdriano Charles da Silva Cruzadrianocruz@ufrn.brMônica Karina Santos Reismonicabiblioufrn@gmail.com<p>A transformação digital na saúde tem promovido mudanças significativas na organização dos serviços, especialmente por meio da incorporação de sistemas de informação e do prontuário eletrônico do paciente. Essas tecnologias contribuem para a organização, integração e disponibilização das informações clínicas, favorecendo a comunicação entre profissionais, a tomada de decisão e a qualificação dos processos assistenciais e gerenciais. Este estudo teve como objetivo compreender a percepção dos usuários de uma clínica-escola de odontologia sobre a adoção do prontuário eletrônico e sua contribuição para a melhoria dos processos informacionais em saúde. Trata-se de uma pesquisa descritiva, exploratória e de abordagem quantitativa, realizada com integrantes da comunidade acadêmica e institucional de uma clínica-escola de odontologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. A coleta de dados foi realizada por meio de questionário estruturado, abordando aspectos relacionados à experiência dos usuários com tecnologias digitais, contato com prontuários eletrônicos e percepção sobre seus benefícios para a gestão das informações, comunicação e atividades institucionais. Os resultados evidenciaram uma percepção favorável dos participantes quanto ao potencial do prontuário eletrônico como ferramenta de apoio à organização dos dados, integração dos processos de trabalho e melhoria da comunicação entre os setores. Conclui-se que a adoção do prontuário eletrônico representa uma mudança organizacional que depende não apenas da infraestrutura tecnológica, mas também da capacitação dos usuários, da adaptação dos fluxos de trabalho e da aceitação dos profissionais para sua efetiva utilização.</p>2026-09-09T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Talita Araújo de Andrade, Adriano Charles da Silva Cruz, Mônica Karina Santos Reishttps://revistaasklepion.emnuvens.com.br/asklepion/article/view/150Nas entrelinhas da participação social2026-08-17T18:12:53-03:00Camila Belo Tavares Ferreiractavares@aluno.fiocruz.brViviane dos Santos de Oliveira Veigaviviane.veiga@fiocruz.br<p>Trata a gestão de possíveis conflitos de interesse de pesquisadores e cidadãos envolvidos com a pesquisa no contexto da Avaliação Tecnológica em Saúde (ATS) como medida necessária a fim de garantir transparência, legitimação e confiabilidade social. O estudo visa discutir estratégias para identificar e realizar a gestão de conflitos de interesse não financeiros na participação cidadã na ATS. Contempla um referencial teórico voltado para a caracterização das motivações em projetos de ciência cidadã, a perspectiva do desinteresse na ciência e sua relação com os conflitos de interesse. Relaciona os processos de comunicação científica presentes na ATS aproximando-a dos mecanismos de controle social. Como metodologia, delineou-se um estudo sobre a declaração de conflitos de interesse na iniciativa <em>Perspectiva do Paciente</em> apresentado em recentes plenárias da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias em Saúde (CONITEC), incluindo dimensões de ordem afetiva nos relatos de pacientes. Considera para o problema levantado na pesquisa a implementação de estratégias práticas como: garantir transparência total sobre interesses declarados; formação de comitês para avaliação dos conflitos; protocolos de triagem de interesses antes da participação em projetos sensíveis, como a participação social em ATS.</p>2026-09-09T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Camila Belo Tavares Ferreira, Viviane dos Santos de Oliveira Veigahttps://revistaasklepion.emnuvens.com.br/asklepion/article/view/134Principais Funcionalidades de Aplicativos para Apoio no Tratamento do Diabetes Mellitus Tipo 12026-05-04T22:10:38-03:00Julyanne Maria dos Santos Correiajulyanne.correia@ufrpe.brGenivaldo Braynner Teixeira do Carmogenivaldo.braynner@ufrpe.brRonaldo Rodrigues da Silva Filhoronaldo.rodriguesf@ufrpe.brPablo Azevedo Sampaiopablo.sampaio@ufrpe.brRobson Wagner Albuquerque de Medeirosrobson.medeiros@ufrpe.br<p><span style="font-weight: 400;">A crescente adoção de tecnologias digitais na área da saúde, especialmente aplicativos móveis, tem transformado o monitoramento clínico e a tomada de decisão no manejo do Diabetes </span><em><span style="font-weight: 400;">Mellitus </span></em><span style="font-weight: 400;">Tipo 1 (DM1), condição que exige administração contínua de insulina e autocuidado intensivo. Este estudo tem como objetivo analisar as funcionalidades de aplicativos móveis voltados ao autocontrole do DM1, comparando aquelas recomendadas na literatura científica com as efetivamente implementadas em soluções disponíveis no mercado, a fim de identificar lacunas e oportunidades de melhoria. Trata-se de uma revisão da literatura com abordagem descritiva, complementada pela análise prática de aplicativos selecionados em lojas virtuais. Foram identificados 21 estudos e 21 aplicativos, a partir dos quais foram mapeadas 22 funcionalidades distintas relacionadas ao autogerenciamento da condição. Os resultados evidenciam uma convergência parcial entre as recomendações teóricas e as implementações práticas, com destaque para funcionalidades como registro glicêmico, monitoramento de insulina e contagem de carboidratos. Entretanto, observam-se lacunas relevantes quanto à usabilidade, integração com profissionais de saúde e validação clínica das ferramentas. Conclui-se que os aplicativos móveis constituem um importante recurso de apoio ao manejo do DM1, mas seu potencial depende do desenvolvimento colaborativo entre profissionais de saúde, desenvolvedores e usuários, visando maior efetividade, segurança e aderência às necessidades dos pacientes.</span></p>2026-07-29T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Julyanne Maria dos Santos Correia, Genivaldo Braynner Teixeira do Carmo, Ronaldo Rodrigues da Silva Filho, Pablo Azevedo Sampaio, Robson Wagner Albuquerque de Medeiroshttps://revistaasklepion.emnuvens.com.br/asklepion/article/view/141 A Telemedicina e seu impacto no trabalho e na saúde dos médicos2026-06-26T16:11:34-03:00Carolina Fonseca ScarteziniCarol.scartezomo@hotmail.comKatia Barbosa Macêdokatiabarbosamacedo@gmail.comSuelma Rodrigues Duartesuelmaster@gmail.com<p>Artigo conduzido para analisar à luz da Psicodinâmica do Trabalho a organização do trabalho, as relações laborais e a mobilização subjetiva de médicos em contextos da telemedicina e de plataformas digitais, considerando os impactos sobre a saúde mental. Como estudo qualitativo, descritivo e exploratório, realizaram-se entrevistas semiestruturadas. Resultados demonstraram vínculos precários, terceirização, intensificação laboral, insegurança profissional, ausência de reconhecimento institucional e fragilização das relações de trabalho. Embora tenham reconhecido benefícios associados à flexibilidade, à organização do tempo e à praticidade tecnológica, também descreveram sofrimento relacionado ao isolamento, à insegurança clínica e à perda da dimensão relacional do cuidado. Estratégias de enfrentamento como psicoterapia, atividade física, apoio social e reorganização da rotina foram utilizadas para preservação da saúde mental. Observou-se que a telemedicina apresentou efeitos ambivalentes sobre o trabalho. Quando inserida em contextos de precarização, mostrou-se associada a aspectos de atenção quanto à saúde mental.</p>2026-07-29T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Carolina Fonseca Scartezini, Katia Barbosa Macêdo, Suelma Rodrigues Duartehttps://revistaasklepion.emnuvens.com.br/asklepion/article/view/151Arquitetura promoção da saúde2026-08-18T10:58:17-03:00Zuleica Maria Patricio Karnoppzucamp@hotmail.comLucas da Silva Rudolpholucarudolpho@gmail.comLuana Toralles Carbonariluanatcarbonari@gmail.comÁgueda Lenita Pereira Wendhausenaguedalenita@gmail.com<p>Pesquisa qualitativa realizada em artigos das áreas Arquitetura e Urbanismo e Saúde Coletiva e documentos do Ministério da Saúde-Brasil. O objetivo foi desenvolver princípios para projetos de Arquitetura voltados à promoção de ambiente saudável em serviços públicos de atenção ao cidadão, partindo dos seguintes pressupostos: o projeto arquitetônico é potencial para a melhoria da qualidade da vida-saúde da população, especialmente em casos de exclusão e situações de vulnerabilidade; as edificações de serviços públicos transmitem o respeito, a importância que o Estado dá aos usuários e trabalhadores desses locais; e ambientes saudáveis requerem concepções da Promoção da Saúde-equidade e do Cuidado Humano Integral de caráter ético e estético. O processo de análise-reflexão-síntese gerou: um conjunto complexo multidimensional de princípios de caráter interdisciplinar, intersetorial, intercultural e participante; a caracterização da edificação como Cuidado Acolhimento Ambiental, fundado por elementos teóricos, técnicos, legais, éticos e estéticos de cuidar da Vida com suporte em políticas públicas; maior importância da Arquitetura para a qualidade da vida. Embora pareça pesquisa de cunho “estudo de caso”, sua metodologia e seus resultados podem ser aproveitados em outros contextos sociopolíticos.</p>2026-09-28T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Zuleica Maria Patricio Karnopp, Lucas da Silva Rudolpho, Luana Toralles Carbonari, Águeda Lenita Pereira Wendhausenhttps://revistaasklepion.emnuvens.com.br/asklepion/article/view/137As necessidades informacionais sobre a menopausa2026-06-15T18:27:17-03:00Juliana Buzinaro Andrikonisjuliana.andrikonis@gmail.comAriadne Chloe Mary Furnivalchloe@ufscar.br<p>A menopausa é um processo natural esperado para mulheres cisgênero, mas a escassez de informações claras e a persistência de tabus culturais sobre esta fase da vida da maioria das mulheres dificultam o acesso a recursos que poderiam auxiliar nesse período. A pesquisa adota uma abordagem descritiva, exploratória e quantitativa via um survey, com coleta de dados por meio de um questionário online. Foram obtidos 208 questionários completados válidos. Houve respostas de 18 estados brasileiros. Os achados sugerem que, mais do que diferenças regionais, a busca por informação são influenciadas pelas necessidades informacionais decorrentes das fases do climatério, bem como pela capacidade e autonomia das mulheres na busca por informação. Conclui-se que a área da saúde poderia se beneficiar da integração de serviços de informação sob a ótica da Ciência da Informação, especialmente para grupos invisibilizados, nos quais o acesso a informações baseadas em evidências pode ser limitado.</p>2026-07-03T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Ariadne Chloe Mary Furnival, Juliana Buzinaro Andrikonishttps://revistaasklepion.emnuvens.com.br/asklepion/article/view/148DESORDEM INFORMACIONAL E REDES SOCIAIS2026-08-10T19:39:15-03:00Vitória de Sousa Caladovitoria_calado@outlook.com.brCarmen Justina Gamarracarmen.gamarra@unila.edu.br<p>O presente artigo analisa, por meio de uma revisão narrativa, como a literatura tem discutido a desinformação nas redes sociais, o papel dos mecanismos algorítmicos na circulação de conteúdos e suas possíveis repercussões para a saúde coletiva. A desinformação envolve diferentes formas de produção, distorção ou circulação de informações e pode influenciar percepções públicas sobre temas como ciência e saúde. Com base em literatura dos campos da saúde coletiva, comunicação e informação, sociologia e plataformas digitais, discutem-se as categorias disinformation, misinformation e malinformation, bem como a forma pela qual as redes sociais e seus sistemas de recomendação são descritos na circulação de conteúdos falsos, enganosos ou negacionistas. Também se aborda o uso de recursos tecnológicos, como deepfakes, em fraudes e na manipulação de informações em saúde. A literatura analisada sugere que modelos de engajamento e monetização das plataformas podem favorecer a circulação de conteúdos desinformativos e ampliar desafios relacionados à confiança nas instituições e à comunicação em saúde. Por se tratar de uma revisão narrativa, o estudo não mensura a magnitude desses efeitos nem estabelece relações causais. Os achados reforçam a pertinência do debate sobre educação em saúde, comunicação científica, governança e regulação das plataformas digitais.</p>2026-09-28T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Vitória de Sousa Calado, Carmen Justina Gamarrahttps://revistaasklepion.emnuvens.com.br/asklepion/article/view/147Apresentação2026-08-06T17:43:35-03:00Clóvis Ricardo Montenegro de Limaclovimlima@gmail.com<p>A revista Asklepion - Informação em Saúde é uma publicação do grupo de pesquisa de Informação em ciência, tecnologia e inovação em Saúde do Ibict. A revista Asklepion começa a ser publicada em 2021, durante a pandemia global de COVID-19, com objetivo de facilitar a comunicação científica entre produtores e usuários de informação em saúde.<br>Naquela época a produção e disseminação de informação científica e tecnológica era um ato de resistência democrática contra a desinformação, a falsificação e a negação da ciência. Isso era especificamente relevante sobre a vacinação e o tratamento da Covid-19.<br>O ano de 2026 começa com uma excelente notícia: a publicação da primeira avaliação da Asklepion no Qualis Capes: B1. É um excelente resultado para a revista de um grupo de pesquisa, construída e realizada totalmente com trabalho voluntário e hospedada em um servidor privado.<br>Cinco anos após o lançamento da revista, enfrentamos novos problemas decorrentes da maior diversidade e complexidade da desinformação. O Brasil conheceu uma importante queda dos seus níveis de cobertura da vacinação, e ainda não se recuperou totalmente. Neste momento a revista está focada na garantia da sua continuidade e sustentabilidade.<br>Cabe destacar o valioso ativo da revista Asklepion, que é o seu Comitê Editorial. São 20 professores e pesquisadores de diversas universidades e institutos de pesquisa, que são o core de uma rede que gravita em torno da revista na grande área da Informação em Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde.<br>O escopo da Asklepion está orientado para estudos e teorias da informação na área da saúde; organização do conhecimento e gestão da informação em saúde; tecnologias de informação e comunicação em saúde; telemedicina; informação em organizações de saúde; automação de processos e procedimentos clínicos; informação e inovação em saúde; inteligência artificial em saúde; aplicativos para celular em saúde; informação, saúde e sociedade; e políticas de informação em saúde.<br>A revista é uma publicação contínua, com as submissões sempre abertas. Após o artigo ser avaliado e, quando aceito, é revisado, editorado e publicado. A revista segue com uma dedicada Equipe de trabalho Editorial que, com sua atividade voluntária ao longo dos últimos cinco anos, viabilizou sua existência e consolidação. Atualmente, a revista é indexada na BRAPCI, Diadorim, DOAJ, Google Acadêmico, Latindex e Migulim<br>Convidamos pesquisadores, professores e estudantes a submeterem seus trabalhos, dentro do escopo da revista, além de acompanharem a publicação contínua dos artigos, cientes de que encontrarão contribuições inéditas e trabalhos originais que fomentam e provocam o pensamento crítico, abordando cenários, conceitos e práticas necessárias para o avanço da pesquisa, das ações e dos serviços de Informação em Saúde.<br><br>Rio de Janeiro, 10 de julho de 2026.<br><br>Clovis Ricardo Montenegro de Lima<br>Editor</p>2026-07-10T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Clóvis Ricardo Montenegro de Lima