Biblioterapia como prática informacional em contextos hospitalares universitários
mapeamento da atuação bibliotecária
DOI:
https://doi.org/10.21728/asklepion.2026v5n1e-129Palabras clave:
biblioterapia, mediação de leitura, bibliotecário – atuação, hospital universitário, núcleo de acolhimentoResumen
Analiza la actuación del/de la bibliotecario(a) como mediador(a) en prácticas de biblioterapia desarrolladas en núcleos de acogida de hospitales universitarios de la región Sudeste de Brasil. La biblioterapia se comprende como una práctica de mediación de la lectura orientada a la promoción de la salud y al desarrollo humano, mediante procesos como identificación, catarsis y reflexión. La investigación se caracteriza como básica, exploratoria y descriptiva. Emplea la investigación bibliográfica y de campo como métodos, y el cuestionario estructurado y la entrevista semiestructurada como instrumentos de recolección de datos. El cuestionario fue aplicado a los núcleos de acogida de los hospitales universitarios y la entrevista se realizó con la coordinación del proyecto de extensión Florescer, del Hospital Universitario Gaffrée e Guinle (HUGG/UNIRIO). El marco teórico aborda los fundamentos conceptuales de la biblioterapia y sus modalidades clínica, institucional y de desarrollo, situándola en la interfaz entre Bibliotecología y Salud. Los resultados evidencian apertura institucional para la implementación de la práctica en contextos hospitalarios, especialmente como estrategia de humanización del cuidado. No obstante, se identifican obstáculos relacionados con la insuficiente formación académica en biblioterapia, la ausencia de curaduría sistematizada de colecciones y el limitado reconocimiento de la competencia profesional del/de la bibliotecario(a) por parte de equipos multiprofesionales. Se constató que la actuación de bibliotecarios en estos espacios es reducida. Se concluye que la inserción cualificada del/de la bibliotecario(a) en entornos hospitalarios puede fortalecer la gestión de la información y ampliar el alcance de las prácticas de cuidado, siempre que esté respaldada por formación específica y articulación interdisciplinaria.
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